"Eu me preocupava bastante com o que queria ser quando crescesse, quanto ganharia ou se me tornaria alguém importante. Às vezes, as coisas que você mais quer, não acontecem. E às vezes, as coisas que jamais esperaria, acontecem."
Espelho meu...
Te contei sobre aquele papinho de “ah, estou com saudades” “quero te ver de novo”? Ele veio com essas frases de efeito pro meu lado, e eu já não sou mais paranóica, tenho meu orgulho e minha proteção natural. Tudo bem, às vezes dou uns deslizes, acabo ligando no outro dia, ou dando bom dia, perguntando se dormiu bem, depois como foi sua rotina… coisa pouca. Deixo o resto para depois, logo mais ele vem me ver, espero.
No fim, é para você que eu volto. Clara Brandão. (via teleportear)
Estou numa confusão absoluta, não sei o que ler, o que escrever, o que fazer. Só sei que estou sentindo falta de alguma coisa.
O Diário de Anne Frank. (via alentador)
— Vai chegar um dia — eu disse — em que todos vamos estar mortos. Todos nós. Vai chegar um dia em que não vai sobrar nenhum ser humano sequer para lembrar que alguém já existiu ou que nossa espécie fez qualquer coisa nesse mundo. Não vai sobrar ninguém para se lembrar de Aristóteles ou de Cleópatra, quanto mais de você. Tudo que fizemos, construímos, escrevemos, pensamos e descobrimos vai ser esquecido e tudo isso aqui — fiz um gesto abrangente — vai ter sido inútil. Pode ser que esse dia chegue logo e pode ser que demore milhões de anos, mas, mesmo que o mundo sobreviva a uma explosão do Sol, não vamos viver para sempre. Houve um tempo antes do surgimento da consciência nos organismos vivos, e vai haver outro depois. E se a inevitabilidade do esquecimento preocupa você, sugiro que deixe esse assunto para lá. Deus sabe que é isso que todo mundo faz.
A Culpa é das Estrelas. (via alentador)
Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionantes. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável, mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto. Acho que mesmo que ela não fosse Clarice Lispector eu sentiria a mesma coisa.
Caio Fernando de Abreu sobre Clarice Lispector. (via inverbos)
Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, apenas de seu coração a ele, e ele lhe dará o dele.
Marley e Eu.  (via inverbos)
Eu lutei por você, estava lá quando ninguém mais estava, te ouvi, tentei entender, nem por um minuto quis admitir que não ia dar certo, porque mais que você, eu tinha fé na gente. Talvez ainda tenha, e isso me incomoda, a gente é cheio de “talvez.” “Se…” “Sei lá.” “É assim que tem que ser.” Mas, me sinto em uma corda bamba, andando com a ideia de que posso cair a qualquer momento. Não sei quem vai estar contigo quando eu realmente me cansar disso, espero que seja alguém com muita paciência. Alguém que te faça lembrar de mim, todos os dias. Só assim você vai perceber que eu não sou como ninguém, e que ninguém vai conseguir ser como eu.
Orquestrando.
(via inverbos)
É confuso, eu sei, sou uma confusão. Mas eu gosto de você, de uma maneira que eu nunca gostei de ninguém antes. E eu não queria gostar, simplesmente aconteceu, então, por favor, só não me pede pra te esquecer. Se fosse fácil, eu já teria feito.
A culpa é mesmo das estrelas?  (via alentador)
Daqui a 50 anos eu ainda vou saber seu nome e vou me lembrar de todas as vezes que você me fez sorrir.
Caio Fernando de Abreu.  (via inverbos)

FS ©